
Na imensidade Alma humana, alma humana, tu que dormes Entre os grandes colossos desconformes Da carne, essa voraz liberticida, Desse teu escafandro de albuminas, Em tua mesquinhez não imaginas A intensidade esplêndida da Vida! Inda não vês e eu vejo panoramas De luz em gigantescos amalgamas De sóis, nas regiões imensuráveis, Auscultando os espaços mais […]