
O teto de gastos, aprovado no governo golpista de Temer em 2016, está no centro disputas burguesas, num contexto de crise econômica e social agravada e com Bolsonaro buscando recompor parte de sua base social com um novo auxílio. A mudança de cálculo feita pelo governo levou a reações do mercado financeiro e seus porta-vozes na mídia e tambem a uma crise que resultou na demissão de quatro secretários do Ministério da Economia e especulações sobre a demissão do próprio Guedes, o que enfim não ocorreu. Enquanto isso a maioria da população segue sofrendo com o aumento do custo de vida, o desemprego e a insegurança alimentar. Acompanhe este e outros debates no programa O Brasil Não é para amadores, como Danilo Paris e Valéria Muller.