
Olá, Excêntricos. Bem-vindos a mais uma sessão do Clube! Esse áudio foi retirado de um vídeo do Youtube: https://youtu.be/9e7qkxXe1v4 Caro excêntrico, se você cultiva o interesse por crimes reais e terror, é bastante provável que em algum momento você tenha se deparado com a história da infame condessa húngara, Elizabeth Báthory (Báthory Erzsébet de Ecsed em húngaro). O Guinness Book deu a condessa o título de maior assassina em série do mundo ocidental, que praticava o vampirismo em meninas e mulheres jovens. Ela teria matado mais de 600 virgens para beber seu sangue e se banhar nele, aparentemente para preservar sua juventude. Mas será que essa figura que serviu de inspiração para Bram Stoker criar o Drácula e diversos outros personagens na literatura e no cinema, era realmente tão infame assim? Por que a cultura pop, apesar de todas as evidências que desmentem essa versão dos fatos, segue perpetuando a história da Condessa Sangrenta?