
O duelo sempre constituiu um terrível estado de barbárie que a sociedade cultivava com orgulho. (...) Nada obstante, porque permaneçam no cerne do ser as tendências agressivas, outros tipos de duelos substituíram aquele de natureza nefanda, entretanto, não menos destrutivos, apesar de ocultos e silenciosos. (...) Quando se busca a saúde, deve-se ter em pauta o comportamento mental, emocional e social. Através de pensamentos edificantes e criativos, de sentimentos generosos e enriquecedores, de convívio dignificante e respeitável, pode-se estabelecer um excelente programa de bem-estar, mesmo que haja ocorrências de enfermidades que fazem parte do esquema da existência humana.