
A poesia de Cesário Verde, o poeta da cidade e autor de um livro só, foi decisiva, e de valor incalculável, na fundação da modernidade literária portuguesa. «Se eu não morresse, nunca! E eternamente/Buscasse e conseguisse a perfeição das coisas!» Este e outros conteúdos gratuitos disponíveis em www.imprensanacional.pt