
O Lado B de Brasília traz neste episódio uma conversa com o senador Fabiano Contarato, que touxe à tona discussões a repeito do preconceito contra orientação sexual durante um depoimento na CPI da Covid no Senado. Ele disse estar aliviado por ter escolhido o momento adequado para colocar em debate a necessidade de combater todo tipo de discriminação. O senador lamentou que algumas pessoas exercitem mais o ódio do que o amor. Sem vaidade, ele contou que fez escolhas profissionais difíceis, como delegado de polícia, professor de direito e, agora, senador, e reforçou que orientação sexual não define competência e que a população está cada vez mais consciente disso. Sobre seu Lado B, Fabiano conta que leva a vida de forma simples e que aproveita o tempo livre com a família: o marido e os dois filhos. A pandemia trouxe como supresa a caçula, Mariana, e o desafio de encontrar formas de entreter o primogênito Gabriel. Fabiano Contarato entende que cada ser humano traz em si o poder de tranformar e confessa que já chegou a julgar a política antes de entrar para o Senado. Aqui, ele defende que existem muitos políticos bons e que a CPI tem trazido maior identificação da população com os parlamenares nas diferentes linhas idelógicas, seja concordando ou discordando das investigações. Como lição para não esquecer, Contarato aponta que divergir é saudável dentro de uma Democracia, mas ressalta que a liberdade de expressão não pode ser usada como escudo para prática de atividades ilícitas.