
Aos cinco anos, Stélvia Zamora desenhava, “quase às escondidas”, debaixo de uma mesa. Hoje, Moami, como se popularizou, apresenta a sua arte em exposições, livros, na sua própria marca de streetwear, e numa série de galerias a céu aberto, onde a sua assinatura criativa cobre paredes de cores e de significado. “Pintar com grafitti é como se fosse um amor de vida, não deixo por nada”.