
O ritmo do Batuku ajuda a narrar a história de Ilda Vaz, enraizada em Cabo Verde, com passagem por São Tomé e Príncipe, e há muito fixada em Portugal. Aqui, entre múltiplos episódios de racismo e outras vivências de dor, a cantora e compositora encontrou na arte uma via de resistência e transmutação. “A voz é um hino”, diz, e nós estamos prontos para escutá-la n’ O Lado Negro da Força.