
Quando a caduquice vier, não quero mais ter exigências e mastigar rabujos como um ancião qualquer; quero nos meus devaneios repletos de eloquências perder todo o critério, pois no dia em que eu for bem velho e não puder mais quebrar ossos de frango com os dentes, quero que a vida não seja mais feita de repentes, que se instaure a calmaria, que os dias passem como versos cantarolados duma doce poesia; quero uma casa cheia de livros mofados pela maresia; serão dias de descanso, uma cadeira de balanço para quem não aguenta mais, sem mentiras, sem intrigas, sem ranço, que eu finalmente encontre a paz Hosted on Acast. See acast.com/privacy for more information.