
O quinto país mais populoso da União Europeia foi a votos este domingo numas legislativas descritas como as mais importantes desde a queda do comunismo na Polónia, em 1989. As projeções à boca das urnas davam a vitória ao partido Lei e Justiça (PiS, de direita nacionalista) – que concorria a um inédito terceiro mandato –, mas sem condições para manter a maioria parlamentar. Já a Coligação Cívica, encabeçada por Donald Tusk, antigo primeiro-ministro e ex-presidente do Conselho Europeu, surgia com uma vantagem folgada para, aliando-se a três outras forças políticas, conseguir maioria. Madalena Resende, investigadora do Instituto Português de Relações Internacionais (IPRI), e Mariana Abreu, que nos fala a partir da Polónia, são as convidadas de um episódio conduzido pelo jornalista Hélder Gomes. Se Donald Tusk, “o líder que faltava à oposição”, voltar a ser primeiro-ministro terá a árdua tarefa de “desfazer a captura do Estado” protagonizada pelo PiS ao longo de oito anos de governação. Oiça aqui a análise. See omnystudio.com/listener for privacy information.