
A Quality Engineering Unit juntou-se para partilhar sobre práticas nos projetos de automação https://qeunit.com Os projetos de automação tem um taxa de falha elevada, apresentando reais dificuldades e particularidades a apreender. Muitas vezes são delegados ao QA só, a um estagiário, ou focam-se apenas nas ferramentas. 🔔 Subscreva ao podcast, deixe uma nota e um comentário de forma a melhorar o conteúdo. #qualityengineering #qe #qaproject 00:35 Partilhando uma experiência de automação (Marco Pedro) 03:12 Como selecionar os diferentes níveis de testes (Ricardo Lopes) 05:10 Integrar o risco como fator de priorização (Filipe Carvalho) 07:10 Uma pyramide de teste só, não integra o valor para o negócio (Joel Oliveira) 09:10 Entregar valor incremental para os stakeholders é chave (Joel Oliveira) 11:20 Os testes automáticos não são todos os testes manuais (Joel Oliveira) 13:40 O “Déjà-vu” da nova ferramenta que será melhor que da última (Joel Oliveira) 16:15 O pitfall da automação “total” como objetivo do projeto (Marco Pedro) 18:18 A equipa deve ser alinhada, mas não devem todos fazer (Joel Oliveira) 19:15 “A responsabilidade é de todos” acaba por ser de ninguém (Ricardo Lopes) 19:55 A mudança de mindset da equipa é o mais importante (Fábio Barbosa) 22:30 Manter um papel de enabler da qualidade é necessário (Filipe Carvalho) 24:45 Os QAs devem implementar código nos testes de automação? (Joel Oliveira) 26:00 A evolução do ecossistema tem tendência a abrir o QA (Ricardo Lopes) 28:00 A automação requer uma real concepção para ser escalável (João Tomé) 32:30 O foco deve ser mais no valor que numa quantidade absoluta (Joel Oliveira) 34:50 A modularização dos testes robusta permite uma reactividade (Filipe Carvalho) 37:30 A utilização da ferramenta errada para o objetivo procurado (Joel Oliveira) 38:50 A importância dos conhecimentos e de práticas de QA (Joel Oliveira) 40:55 Implementar por intuição só, não passa o curto-prazo (Filipe Carvalho) 42:45 O isolamento do QA dentro e fora da empresa falta feedback (Joel Oliveira) 46:15 Como integrar a automação de testes com ritmos de releases diferentes (Ricardo Lopes) 48:25 O fluxo standard e de exceção devem ser previstos nos processos (Filipe Carvalho) 51:25 Tomar em consideração o tempo de feedback como valor nos testes (Fábio Barbosa) 52:25 A inclusão de requisitos de operações desde a conceção é um desafio (Antoine Craske) 54:45 Diferenciar os ciclos de releases internas e públicas (Joel Oliveira) 56:12 A diferença das pipelines acessíveis ou não para o cliente (Ricardo Lopes) Junta a QE Unit no https://qeunit.com