
De que modo o cinema pode se inserir na luta revolucionária? É possível pensa-lo em uma chave em que o próprio fazer cinematográfico se torna uma arma para a organização da classe trabalhadora? Um cinema revolucionário é simplesmente um cinema de denúncia e disputa ideológica? É com essas perguntas em mente que os camaradas Luis Barbosa, Allan Brasil e Wesley Castellano conversam neste episódio de "O Podcast Vai Acabar Seu Edgar". Resgatando as experiências históricas realizadas por grupos cinematográficos como o argentino Cine Liberación e o boliviano Grupo Ukamau, bem como o trabalho de cineastas tais como o britânico Ken Loach, nossos camaradas nos ajudam a pensar as possibilidades, e limites, de uma práxis cinematográfica revolucionária. Bibliografia recomendada: Teoria e pratica de un cine junto al pueblo (Siglo XX, 1978) Fernando Pino Solanas: cinema, política, libertação nacional (Insular, 2022) Dialética do espectador (Summus Editorial, 1984)