
CAPÍTULO 1. Rádio Histórias. Introdução. Não gosto que o Estado me diga quando tenho de ficar em casa, não gosto que o Estado me diga que tenho que usar uma máscara, não gosto que o Estado me diga que a minha filha não pode ir à escola, não gosto que o Estado me diga que tenho que trabalhar a partir de minha casa, não gosto que o estado me diga a toda a hora quantas pessoas morrem de Covid19, não gosto dos tempos que estamos a viver! E tu gostas? Em caso afirmativo, serás com certeza um forte candidato em ler este livro, pois quem também como eu, não gosta destes tempos, já partilhará comigo algumas das razões que aqui vos apresento. O livro que tens nas mãos foi escrito com o supremo interesse de fazer reflectir as pessoas e levá-las ao menos a questionar, pois em momentos como os que estamos a viver, em que claramente existe uma elaborada manipulação de massas com um determinado propósito, é fundamental que haja pessoas que ousem pensar por si próprias e questionem! Questionar é bom, é necessário, é fundamental. Exigir respostas engrandece as pessoas, tanto os que perguntam como os que têm o dever de responder. É um exercício salutar e democrático. Só ousa questionar quem se interessa, quando não o fazemos é porque já nos dá igual, é porque estamos cansados, resignados e acomodados, é porque já não acreditamos que pode vir a ser melhor e isso não é bom. Para se esquivarem a dar respostas, os Estados hoje em dia usam a tese do “negacionista”. Quando alguém ousa questionar, puxam deste rótulo e desmoralizam imediatamente o questionador, que ainda nem sequer negou! Quem questiona precisa porventura de obter mais e melhores respostas que os demais para poder formular uma opinião, a sua opinião! A história está cheia de episódios em que Nações inteiras foram atrás de narrativas aparentemente muito bem elaboradas e encontraram mais tarde apenas a sua ruína. Preocupante, é que hoje não estamos a falar apenas de algumas Nações, hoje falamos do Mundo inteiro!