Há coisas que não vemos, mas que organizam o mundo. A música é uma delas. Em WonderLandi, de Lander Patrick, tudo nasce desse centro invisível: a melodia como arquitetura, o som como força que coreografa o que se move à sua volta. A música acompanha rituais, celebrações, revoluções. Une vozes humanas, mas ecoa também noutras espécies. Pedimos a Lander Patrick que nos enviasse um som do espetáculo. Um fragmento desse território onde a música deixa de ser fundo e passa a ser corpo.