
Pierre Dardot defende que “bens comuns” não são apenas recursos partilhados, mas devem ser vistos como processos de instituição coletiva do mundo. O filósofo propõe uma “cosmopolítica dos bens comuns” e garante que novas formas de organização e de vida coletiva, capazes de enfrentar as crises ecológicas e sociais contemporâneas, já estão a desenvolver-se. A propósito da sua conferência na Culturgest, fomos bater à porta da cooperativa Rizoma e encontrámos Mariana Reboleira e João Fanha. A duas vozes, conta-nos a história deste caminho de seis anos e falam-nos como usam a palavra “comunidade” a cada passo que dão.