É impossível ouvir falar em “Café Müller”, e não nos lembrarmos imediatamente de Pina Bausch? O espetáculo inspirou uma imensa quantidade de artistas e agora é a vez de Gaya de Medeiros Em “Cafezinho”, Gaya de Medeiros propõe uma reflexão profunda sobre o tempo, a finitude e aquilo que desejamos que sobreviva. Com um elenco multigeracional, entre os 23 e os 61 anos, o espetáculo vai além das ideias espelhadas em “Café Müller”, de Pina Bausch, explorando novas formas de reconstrução e transformação. O que se ouve e se vê neste espetáculo de dança não é uma repetição, mas uma reinvenção que convida a olhar o tempo de frente. Quais são as sonoridades deste espetáculo?