
O ESG (sigla em inglês para Ambiental, Social e Governança Corporativa) voltou para a pauta nas últimas semanas. Não que ele, em algum momento, tenha perdido a importância. Ao contrário. Mas o assassinato do homem preto João Alberto Silveira Freitas em uma unidade do Carrefour (CRFB3) por seguranças contratados pela varejista mostrou o quanto as empresas precisam se atentar para fatos além do lucro, crescimento e distribuição de dividendos. “O ESG não é modismo, algo para inglês ver”, diz Renata Biselli, superintendente do Santander Private Banking. “Há muita gente que não dá a real para esse tema, mas elas vão precisar repensar.” Neste episódio de O que eu faço?, comandado por Fernando Nakagawa e Luciana Barreto, ela explica mais como identificar as empresas com as melhores práticas.