
Foram realizadas 483 fusões e aquisições no Brasil de janeiro a julho, um volume 23% superior à média dos últimos cinco anos de acordo com relatório da PwC. Muitas dessas operações foram protagonizadas por empresas de capital aberto, mexendo não apenas com o dia a dia de colaboradores, mas também com o bolso dos investidores. Neste episódio de O Que Eu Faço?, Ricardo Peretti, estrategista de renda variável do Santander, explica por que essas transações são bem vistas pelo mercado. "Quando falamos de aquisição de uma ou duas empresas de capital aberto, normalmente a empresa resultante é uma companhia ainda maior, com mais capilaridade e sinergias de receita e de despesas", afirma.