
Para os marinheiros de primeira viagem, como é o caso de boa parte dos 3 milhões de investidores pessoa física que se arriscaram na bolsa nos últimos meses, investir em renda variável ainda causa calafrios. Com o sobe e desce recente da B3 (B3SA3) nos últimos tempos, a preocupação é legítima. Com taxa de juros nas mínimas históricas, ir para a renda variável pode se tornar uma necessidade para aqueles que buscam uma rentabilidade razoável no curto e médio prazo. Mas é possível se proteger na renda variável, com tanta volatilidade? Para Arley Matos Junior, gerente de advisory do Santander Brasil, a resposta é sim, porém, não é possível eliminar todos os riscos, mas mitigá-los. Ouça neste episódio de O que eu faço?