
Quem reclamava de não poder investir em grandes companhias internacionais ou então de não poder comprar ações de empresas brasileiras só porque estavam listadas em bolsas do exterior, já pode comemorar. Na semana passada, a CVM alterou a regulação dos BDRs (Brazilian Depositary Receipts), que nada mais são do que os recibos negociados na B3 referentes a ações estrangeiras. Na prática, significa que, finalmente, o investidor vai poder comprar papéis de XP Investimentos, PagSeguro e qualquer outra brasileira com capital aberto no exterior, sem precisar ter uma conta fora do país. Ou ainda que investidores que têm menos de R$ 1 milhão aplicados, também podem apostar em blue chips como Apple, Microsoft, Google e outras. Como e quando será possível investir nessas ações? Pergunta para Renato Chanes, estrategista de pessoa física da Santander Corretora, em conversa com Fernando Nakagawa e Luciana Barreto.