
Para a maior parcela dos brasileiros, a compra do imóvel financiado passa pelo uso do saldo no FGTS, o Fundo de Garantia do Tempo de Serviço. Por muitos anos, sacar o saldo integral do FGTS com esse objetivo fez parte da recomendação de muitos especialistas em finanças por causa do baixo rendimento das contas do fundo, abaixo até do retorno oferecido pela poupança. Mas a queda contínua da taxa básica de juros, a Selic, para os menores patamares da história derrubou tanto o rendimento da renda fixa que o dinheiro no FGTS deixou de ser um mau negócio. O fundo passou a render acima de muitos ativos de renda fixa. “O FGTS fica com uma rentabilidade atraente nessa comparação”, diz Edinaldo Fernandes, especialista em investimentos do Santander.