
Se tem uma unanimidade no mundo dos investimentos é que a carteira de ativos precisa ser diversificada. Isso é importante para mitigar riscos e aumentar as chances de retorno. Os ativos no exterior têm essa dupla função. O problema é: com a entrada em vigor das novas regras que tornaram os BDRs (Brazilian Depositary Receipts) mais acessíveis para a maioria dos investidores, vale mais a pena investir nos certificados de depósitos ou aplicar diretamente lá fora? Sandra Gouveia, superintendente da Santander Corretora, diz que, para o investidor que tem planos de morar fora do Brasil ou têm negócios no exterior, o mais indicado é investir diretamente nos ativos, por conta de disponibilidade e de risco cambial. Para entender as diferenças entre investimento direto no exterior e BDRs, ouça o novo episódio de O que eu faço?