
Encontrámos esta história no início de julho, numa calma rua do Montijo que noutro ano estaria cheia de gente e coberta de terra. É assim normalmente durante as festas da cidade. Este ano, com a pandemia tudo foi diferente. Não houve música, nem procissão. Nem as habituais largadas de touros. Mas a tertúlia “O Aldeano” arranjou uma solução de consolo: uns cornos, muita fita-cola e uma bicicleta.