
Afinal, a ópera é um gênero artístico popular por natureza? Elitista por origem, metida a besta em essência….? Será que a gente consegue se identificar com personagens criados séculos atrás, ou será que esses assuntos e histórias não são mais pertinentes? Será que devemos temer a morte do gênero? A quem cabe a perpetuação e manutenção das plateias e profissionais desse incrível mundo que reune diversas categorias profissionais e pode (deveria!) movimentar a economia tanto quando o mercado de teatro musical? Acompanhe a gente nesse papo de hoje e nos ajude a responder: a ópera é pop?