
Quando minha filha mais velha trocou o vestibular de Medicina por Cinema, todos falavam: *Nossa, tão diferente, né? *Nada a ver uma coisa com a outra... Nós sabíamos o quanto sentido havia nessa troca, e além disso, podíamos ver o que aproximava, no seu contexto, uma coisa da outra. Aqui também tem uma história de troca, e mais uma vez, o cinema está envolvido... E não é que o cinema está em tudo? Até na forma como vemos a Arte Marcial! Surpreendentemente, pelas palavras do meu convidado, Guilherme Latini, ouvi que um professor de Artes Marciais, é um Artista Marcial. E fiquei encantada! Nunca tinha pensado dessa forma. E tudo foi fazendo mais sentido. Ele passeia por questões de identidade, reinvenção, educação, respeito e liberdade. E é a liberdade de escolha que ganha mais valor, quando nos apropriamos do sentido de sentir. Tenho certeza que você vai se encantar também com essa costura fina, entre arte e a arte de viver o que se quer! Vem ouvir O Som do Corpo!