
A cultura militar imperialista presente nos E.U.A. remonta desde os tempos da expansão de sua fronteira para o oeste sintetizada e amplificada na Tese da Fronteira (1893) de Frederick Jackson Turner que se firmava em duas perspectivas básicas: a falta de interesse na “alta cultura” (europeia) e a violência (para com outros povos) como pilares da democracia estadunidense. Essas variantes se combinam com a disposição cultural estadunidenses de tentar equilibrar o provincialismo de seu eleitorado, com as ambições de uma pequena elite responsável pela política externa (ANDERSON, 2015, p.11–12) criando assim uma cultura sui generis, em que interesses domésticos e internacionais se encontram de maneira mais impactante do que em outras democracias capitalistas. Tal condicionante estabelece a qualidade desse tipo de cultura imperial e sua economia política cultural para com seus próprios meios de produção de massa entendido como meios de produção de sentido (WILLIAMS, 2011, p. 69). Para as referências [ https://medium.com/@sombrionauta/gi-bat-exemplos-de-cultura-militar-em-batman-1971-e-1988-23ff1c61e1ae ] Trilha sonora: Sound Effect by Gregor Quendel from Pixabay Sound Effect by freesound_community from Pixabay Sound Effect by freesound_community from Pixabay Sound Effect by freesound_community from Pixabay spy-on-the-run-24374