![SAUDOSA MALOCA — VILA ITORORÓ [SHOW] (09/04/2022):](https://d3t3ozftmdmh3i.cloudfront.net/staging/podcast_uploaded_nologo/20768672/20768672-1734475062170-60e0e62aae2d8.jpg)
Samba Vira-Lattes. Divertimento na cidade de São Paulo é abundante, pena que o paulistano não sabe disso. Existem vários espaços pela cidade em que seus vários músicos e artistas se apresentam graças ao orçamento municipal, mas, infelizmente, a prefeitura não faz muita questão de divulgar isso para o grande público. E quando falo “prefeitura” não estou falando do pessoal que prepara esses eventos, e si da gestão política: as pessoas que trabalham no ramo de entretenimento, enquanto produtores, são pessoas realmente injustiçadas. São, porque não recebem bem, nem dinheiro, nem respeito. Tais condicionantes acima citadas explicam a formação dos corpus dessas organizações, sendo que na maioria das vezes ele são compostos de artistas que se estruturaram para produzir a si mesmos, devido à falta de gente interessada e competente na administração de eventos artísticos. Por tudo isso, passaram a participar de instituições e órgãos culturais ( sejam eles municipais, estaduais, federais ou da iniciativa privada) com o intuito de levar divertimento de qualidade e gratuito para o povo em geral e divulgar seus próprios espetáculos. Pena que “geral” aqui é entendido por gente que conhece esses produtores e em algumas conversas eventuais fica sabendo da programação, ou, acompanha os instagrams particulares de dezenas de artistas (eu faço isso) e descobre onde e quando eles vão estar se apresentando. Sendo assim, produção artística e arte são quase sinônimos nessas nossas curiosas terras de bandeirantes. Nesse sentido acho que essa hibridação arte/ produção só pode ter um nome, que por sinal aprecio bastante: ofício, e neste país, a arte abundante é quase uma profissão de fé laica. Aqui resenho algumas das atrações que vi ao assistir a 1ª edição da Saudosa Maloca. Siga lendo o texto completo no medium.