
Clique aqui Formulário para acessar. É comum associarmos as Ciências como algo europeu. De algo construído a partir da Grécia antiga. Na Química, isso não é diferente. A começar pela ideia empírica do átomo. Do mesmo jeito que associarmos ao “nascimento” da Química, como Ciência, a partir de Lavoisier, no século XVII. A pergunta: a produção de conhecimento só se deu a partir da Grécia? Num mundo tão vasto e diverso, os outros povos não produziram conhecimento? Onde estavam os fenícios, chineses, indianos, egípcios e os povos originários das Américas? Por que ficamos restritos apenas ao conhecimento produzido a partir dos Gregos? Neste episódio, vamos debater um pouco sobre os conhecimentos afro-brasileiros e africanos, sob os olhos da lei 11.645/2008. Cultura Africana e o Ensino de Química: estudo sobre a formação docente. Revista da ABPN. Disponível em: https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/426/o/Cultura_africana_e_ensino_de_qu%C3%ADmica_estudo_sobre_a_forma%C3%A7%C3%A3o_docente.pdf?1490017371. O Período das Artes Práticas: A Química Ancestral Africana. Disponível em: http://www.journals.ufrpe.br/index.php/REDEQUIM/article/view/3566. As Tecnologias Derivadas da Matriz Africana no Brasil: um estudo exploratório. Disponível em: https://periodicos.unb.br/index.php/linhascriticas/article/view/28089/27272