
De acordo com o Censo 2010, quase 46 milhões de brasileiros, cerca de 24% da população, declarou ter algum grau de dificuldade em pelo menos uma das habilidades locomotoras, sensoriais ou intelectuais. Para a odontologia, estes pacientes constituem um grupo que pode ser considerado de alto risco para o desenvolvimento de doenças bucais. De acordo com o tipo de patologia sistêmica, alteração salivar, dieta cariogênica, alteração muscular ou pela ineficácia da higienização bucal. Esses dados ressaltam a importância da preparação e capacitação dos profissionais de saúde bucal para o atendimento de pacientes com necessidades especiais. É sobre isso, que trataremos hoje. Em uma conversa mediada pela Isabelle Buzzi, analista de marketing e conteúdo da Dental Speed, com a Dra. Natália Galvão, professora da UNILAVRAS, que além de um extenso currículo de estudos sobre patologias, também atua diretamente no atendimento clínico de pacientes especiais. Confira agora esse bate-papo.