
A dinamicidade da vida é algo maravilhoso, àquela coisa estática, parada, sem sal e sem graça é qualquer coisa, menos vida! Explico. Recentemente, por indicação de um amigo professor, li um certo livro, com o sugestivo título: A carne, de Júlio Ribeiro. Demorei um pouco para iniciar a leitura, mas quando pegou, foi fácil! Meio que caminhão na ladeira. Vai na banguela… Pois bem! A história é ambientada em São Paulo e em Campinas do século XIX. Basicamente é um romance naturalista, ou seja, segue as prescrições de Charles Darwin. Durante a leitura do livro, não pude deixar de pensar em algumas questões como, por exemplo, as necessidades carnais! Daí sugerir que o sexo não é meramente do ponto de vista platônico, nem pensar nisso. Para Platão, jamais o amor carnal ou algo parecido chega às vias de fato. Permanece no campo das ideias! Tolo Platão!