
Kika é mãe de duas meninas e exerce a maternidade sozinha. Como ela mesma diz, é uma mãe sozinha, mas não solo. Criada em uma família grande e unida, ela conta com uma ampla rede de apoio formada por mãe, tios, irmãos, amigas e vizinhas. Essa rede esteve presente nos momentos mais difíceis: quando o grande amor da sua vida morreu, vítima de uma bala perdida, e quando ela se separou grávida da sua segunda filha, ficando com duas crianças e para criar. Nessa maternidade compartilhada, Kika é a mãe-fênix ; aquela que renasce, se reinventa e segue em frente. Com uma energia ímpar, Kika fala aqui sobre a importância da figura paterna, o forró que embala, a rede que acolhe e a família que nunca falha.