
No segundo episódio do Ondas da Resistência, conversamos com mulheres de povos e comunidades tradicionais do Nordeste do país sobre como, quase um ano depois, os territórios seguem resistindo aos impactos do vazamento de petróleo na costa brasileira. Apesar de até hoje o governo federal não ter dado respostas sobre os responsáveis pela tragédia e os territórios tradicionais seguirem amargando os impactos, a notícia sobre o maior desastre com petróleo do Atlântico Sul sumiu dos jornais mesmo antes da pandemia do coronavírus ocupar espaço de maneira quase absoluta. Também no episódio 2 abordamos a importância do acesso à água como um direito fundamental e discutimos a aprovação, pelo Senado, da nova lei sobre o saneamento, que abre as porteiras para a privatização da água. Sobre esses assuntos, o Ondas da Resistência amplificou as vozes de Elienaide Flores, marisqueira, do Movimento das Marisqueiras de Sergipe; Rita de Cássia, pescadora da comunidade Macau, no Rio Grande do Norte, e integrante da Articulação Nacional das Pescadoras; Adriana Tremembé, indígena do Povo Tremembé, do município de Barra do Mundaú, no Ceará; e Maria Eliene, a Maninha, pescadora da comunidade de Jardim, município de Fortim, também no Ceará. Conheça o projeto em ondasdaresistencia.org