
O governador de Minas Gerais, Romeu Zema (Novo) é um cara morno. Desses que Deus, como está no livro do Apocalipse, promete vomitar no Juízo Final. Para Deus e os homens, não há nada pior que pessoas que não são quentes nem frias. Num tempo de tanta polarização, divisão, conflagração e disputa, o governador prefere não ter lado. Como se isso fosse possível. Ele participa de reuniões com seus pares e depois se nega a seguir a decisão da maioria. Ou, o que é pior, não tem força pessoal para romper com o consenso e defender sua posição de forma altiva. Prefere ser morno, sem sal, sem graça e sem coragem. Está entrando para a história pelas cartas que não assina. "Zema está entrando para a história pelas cartas que não assina" A gravidade da situação social, política e sanitária brasileira tem criado vários momentos de busca de união de forças em diferentes setores da sociedade e do Estado brasileiro. No caso dos governadores, levou a criação de um fórum que tem se reunido para tratar de assuntos comuns, o que é uma característica salutar do federalismo, sobretudo no que diz respeito à relação com o governo federal na divisão de tarefas e recursos públicos. Zema tem participado dessas reuniões e, invariavelmente, não firma seu nome ou a posição de Minas ao final dos trabalhos. Leia na íntegra em brasildefatomg.com.br