
De Mark Zuckerberg e Tom Hardy a empresários, artistas e até o cantor Fagner faixa-preta, a lista de adeptos famosos só aumenta. Entre causos de tatame, lembranças da época em que o jiu-jítsu era “coisa de louco” e reflexões sobre disciplina, meritocracia e profissionalização, os caxias analisam como a arte suave deixou de ser um nicho marginalizado para se tornar um movimento global. É humor, filosofia de tatame e opinião sem filtro.