
Na cosmologia pessoal do roteirista Chris Claremont, a Fênix representa a paixão primordial da criação. A fagulha que deflagra o Big Bang e também a chama que consome o que restou do fim. Ao acessar esse poder, a mutante Jean Grey saltou do ponto inicial da evolução humana para o ápice, ganhando efetivamente os poderes potenciais de um Deus. Para Read More ...