Véspera de Natal, 25 de Março, São Paulo. No epicentro do comércio popular, Duda, camelô de cigarros paraguaios, tenta manter seu ganha-pão entre bolhas nos pés, cocos arremessados, golpes de cassetete e bombas de gás. Quando o "rapa" desce, não sobra nem o espírito natalino. Entre a porradaria, a solidariedade e uma inesperada visita diplomática, esse conto narra o caos urbano com ironia e ternura — porque sobreviver, na quebrada, é também um ato de resistência. Classificação indicativa: 16 anos