
Convidámos Amarílis Felizes e Nuno Gonçalo Poças para fazermos a revolução, falarmos do 25 de Abril sem barreiras e festejarmos a liberdade de expressão. Não ficámos a saber onde estavam no 25 de Abril (não o do ano passado e sim o de 1974), mas descobrimos as diferenças que podem existir na visão que podemos ter dos acontecimentos, ou de outro 25, o de Novembro, apenas dependendo do lado do muro de onde estamos a cheirar os cravos. Esta é a primeira parte. Pensámos em mudar a senha para darmos início ao processo revolucionário. Ficou apenas no ar uma questão do Gonçalo Galvão Gomes, mas fica para a 2° parte, no dia da revolução.