
Uma alma contemplativa sabe ver Jesus Cristo nos que o rodeiam e não lhe custa suportar tudo quanto for mortificante no convívio com os seus irmãos, os homens. Mais ainda, suportar parece-lhe pouco: o que quer é edificar, imitar Jesus Cristo com a sua caridade sem limites, com a sua capacidade de ceder e conceder em tudo o que for pessoal, em tudo o que não represente uma ofensa a Deus (São Josemaria, Carta, 9-I-1932).