
Vamos realmente ao céu quando vamos à Missa, e isso é verdade a respeito de toda a Missa de que participamos, independentemente da qualidade da música ou do fervor da homilia. Não é questão de aprender a ‘ver o lado brilhante’ de liturgias desleixadas. Não se trata de adotar uma atitude mais caridosa para com vocalistas desafinados. Trata-se de algo que é objetivamente verdade, algo tão real quanto o coração que bate dentro de você. A Missa – e quero dizer toda Missa – é o céu na terra (“O banquete do cordeiro”, Scott Hahn).