
A santidade na Obra não consiste em sermos grandes ou pequenos. Consiste em saber fazer com que a nossa vida não se apague no terreno sobrenatural, com que nos deixemos queimar até a última fibra, servindo a Deus no último lugar, ou no primeiro: onde nos chame o Senhor. E, no final, todos seremos iguais, porque nos teremos gastado totalmente, com o mesmo espírito, cum odore suavitatis (Ef 5, 2). Os que eram grandes, dando o que tinham; e os pequenos, a mesma coisa. O que tem muito, dá muito, porque se lhe exige muito; e o que tem pouco, dá pouco, porque se lhe exige menos. Mas a um e a outro se lhe pede tudo (São Josemaria).