
Não podemos esquecer as pobres misérias da nossa vida, frequentes como o tic tac de um relógio: deste modo não esqueceremos que a nossa pobre fortaleza, alcançada com a graça divina, está repleta de debilidades. Assim sendo, compreendemos que precisamos ser humildes e dirigir-nos ao Senhor dizendo: Tu, pela tua bondade, contas com a minha mesquinhez e, deste lixo, tira algo divino, me acende como o carvão no fogo, que se transforma em brasa e luz, e se transforma até desprender o brilho como de um rubi” (São Josemaria, Carta 14/02/74, n. 21).