
Neste episódio do Palavra de Brother, recebemos o grupo Brasileiríssimo, que há mais de uma década mantém viva a música instrumental em Sergipe e mostra que o choro pode ir muito além do que muita gente imagina. Na conversa, o grupo relembra sua trajetória, a formação atual e a missão de resgatar e renovar um dos gêneros mais tradicionais da música brasileira. O papo também passa pela decisão de não ficar preso a um único estilo, misturando choro, samba, baião, maxixe, galope e outras sonoridades em seus trabalhos. Os integrantes contam ainda como foi dividir o palco com grandes nomes, como Zé da Velha, Silvério Pontes e Hamilton de Holanda, além de revelarem os bastidores de apresentações, ensaios e momentos em que uma música aparentemente tranquila quase virou um grande desafio no palco. Tem história curiosa de viagem, oficina de pandeiro, venda de Havaianas no frio e até participação inesperada de Amorosa em um show na Orla de Atalaia. Um episódio cheio de música, cultura sergipana, bom humor e histórias de quem trabalha para levar o choro e a música instrumental cada vez mais longe. Aperte o play e conheça o trabalho do grupo Brasileiríssimo.