
Graça e paz sejam com os irmãos que santificam o nome do Senhor e não o profanam. Como está escrito, em Mateus 6.9: “[...] Pai nosso, que estás nos céus! Santificado seja o teu nome." (NVI) Com efeito, temos várias missões nesse plano terreno, e talvez, a principal delas, seja cumprir um trecho da oração do pai nosso, que é tão conhecida até mesmo pelos descrentes, mas que não é vivida por nós, crentes, da forma que deveria. Este trecho se refere ao fato de que temos que santificar o nome do Senhor nessa terra. Somos testemunhas de Cristo, e se dermos mau testemunho com as nossas vivências, atitudes e palavras, profanaremos Seu nome, assim como a nação de Israel. Em contra partida, O Senhor quer que santifiquemos o Seu nome aqui, com as nossas vidas (Ez 36.23). Entendamos, porém, que Deus é, sempre foi e sempre será Santo, de eternidade a eternidade. Contudo, faz parte do nosso propósito sermos santos. E é na busca contínua pela santidade que santificamos o nome do Senhor. No entanto, a hipocrisia, como declarou Paulo, profana o nome do Soberano (veja Romanos 2.21-24). Por isso, é fundamental que tenhamos uma vida irrepreensível, fugindo de toda a aparência do mal, não pecando, mas negando-nos, sacrificando a nossa carne para que o nome Senhor seja santificado nessa terra como Ele é santo no céu. "Santo, Santo, Santo é o Senhor dos exércitos, a terra inteira está cheia da Sua glória" (Isaías 6.3). Isso é o que os Serafins proclamam nos altos céus. Que honra Isaías teve de vislumbrar a glória de Deus e dos Seus Santos anjos. Certamente, nos céus, todos sabem que Yahweh é Santo, mas, aqui na terra, não. E o nosso papel é este: santificar o nome do Senhor. Por isso, eu encerro este devocional com um questionamento pertinente: o que temos feito para santificar o nome do Pai? Deus lhe abençoe.