
A África do Sul resolveu suspender o uso da vacina contra a covid-19 desenvolvida pela AstraZeneca e a Oxford, depois de um estudo indicar que o imunizante não protege contra uma variante local da doença. Segundo matéria do G1 (http://glo.bo/2YRt3e9), a eficácia das doses se mostrou limitada contra doenças leves causadas pela cepa identificada no país, que apresenta uma transmissão mais acelerada. Para casos graves, hospitalizações e mortes, a capacidade de proteção não foi determinada. Cientistas do Ministério da Saúde sul-africano agora vão analisar os dados para decidir a melhor forma de proceder. A vacina da AstraZeneca/Oxford é a principal aposta do governo brasileiro na imunização contra a covid-19, como lembrou notícia de O Globo (http://glo.bo/2YXDqgc). O Brasil também lida com variantes do vírus, como a encontrada no Amazonas, que, conforme especialistas, têm mutações similares às da cepa identificada na África do Sul. Outra variante que preocupa a comunidade científica foi encontrada no Reino Unido e tem se espalhado rapidamente nos Estados Unidos. Reportagem da CNN (http://cnn.it/3oWB1NG) aponta que essa cepa, que é conhecida como B.1.1.7, tem uma taxa de transmissão 35% a 45% maior do que as mutações mais comuns da covid-19, e a contaminação tem dobrado a cada cerca de dez dias no país. A perspectiva é de que essa variante se torne a mais comum nos Estados Unidos a partir de março.