
A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) desobrigou a realização do estudo de fase 3 no Brasil para autorizar o uso emergencial de vacinas contra a covid-19. Segundo matéria do G1 (http://glo.bo/3cIb01Z), até então, as empresas que almejassem solicitar o uso emergencial dos imunizantes precisavam obrigatoriamente mostrar o resultado dos testes das doses em voluntários brasileiros. Após o anúncio da Anvisa, o Ministério da Saúde informou que irá se reunir com representantes das fabricantes das vacinas Sputnik V, da Rússia, e Covaxin, da Índia, para negociar a compra de mais 30 milhões de doses. A União Química, que tem a autorização para a produção da Sputnik V no Brasil, chegou a entrar com um pedido de uso emergencial no mês passado, mas a solicitação foi rejeitada, porque a Anvisa ainda exigia os estudos de fase 3 no país. Reportagem da CNN Brasil (http://bit.ly/3jdKZc6) destaca que o anúncio de que a vacina russa tem eficácia acima de 90% causou pressão do Ministério da Saúde sobre a agência reguladora, para mudar as exigências. E um avião transportando 5,4 mil litros de insumos para produção da CoronaVac chegou ao Brasil, na noite desta quarta-feira (3). Conforme o G1 (http://glo.bo/2YHoZwL), esse é o primeiro lote de insumos que o Butantan recebe neste ano. O instituto afirma que, com a matéria-prima, produzirá, em 20 dias, cerca de 8,6 milhões de doses do imunizante, que serão envasadas, embaladas e rotuladas na capital paulista. As doses chegaram no Aeroporto Internacional de Viracopos, em Campinas (SP), às 23h46, em um voo vindo da China.