
O presidente dos Estados Unidos culpou os afegãos pela rapidez com que o Talibã tomou o poder no Afeganistão em meio a retirada norte-americana do país, depois de 20 anos. No primeiro discurso desde a ocupação de Cabul pelos fundamentalistas islâmicos, Joe Biden afirmou que a fuga de membros do governo e a rendição de militares locais seria um prova da falta de vontade do povo lutar por sua nação. O democrata disse ainda que a guerra mais longa da história dos Estados Unidos tinha como objetivo encontrar os responsáveis pelos atentados de 11 de setembro de 2001, mas nunca construir o Afeganistão, destaca a Folha de S.Paulo (https://bit.ly/37Nfh0i). O discurso aconteceu no mesmo dia em que afegãos invadiram o aeroporto da capital e se agarraram a aviões em movimento para tentar fugir dos talibã. Enquanto isso, Rússia e China indicaram que pretendem manter relações diplomáticas com o Talibã. O Conselho de Segurança da ONU emitiu uma declaração assinada pelos 15 Estados-membros na qual pede a "restauração da segurança e da ordem civil e constitucional” e a criação de um governo"unido, inclusivo e representativo”, com a participação de mulheres, reporta a DW (https://bit.ly/2VTxQxS). E o governo brasileiro disse esperar "o rápido engajamento das Nações Unidas para o estabelecimento de canais de diálogo e espera que o Conselho de Segurança possa atuar para assegurar a paz na região”, como mostrou o Poder360 (https://bit.ly/3jTt8Ig).