
O presidente Jair Bolsonaro (Sem partido) recebeu uma carta de membros da CPI da Pandemia cobrando uma posição sobre a denúncia de que teria sido informado a respeito de um suposto esquema de corrupção no contrato de compra da vacina indiana Covaxin. Em resposta, Bolsonaro disparou: “Caguei para a CPI”, disse em transmissão pelas redes sociais, relata O Globo (https://glo.bo/36nDkCv). O deputado Ricardo Barros, líder do governo na Câmara e citado como o responsável pelo suposto esquema, pediu para depor à CPI antes do recesso parlamentar, ainda na semana que vem. A oitiva com o parlamentar tinha sido adiada para o dia 20, explica a CNN (https://bit.ly/3yRATV9). Apontado com um dos articuladores da compra da Covaxin, o ex-diretor de Logística do Ministério da Saúde Roberto Dias agora também é suspeito de autorizar um pagamento 1.800% superior ao recomendado em um contrato para a recepção e organização de medicamentos. Um parecer inicial sugeria remuneração de R$1 milhão para a empresa terceirizada, mas Dias liberou o repasse de R$18 milhões. Em meio a esse cenário, o governo Bolsonaro chegou a 51% de reprovação, pior resultado desde a posse, segundo o Datafolha. As avaliações de ruim e péssimo estavam em 45% no levantamento do início de maio. Aqueles que consideram o governo regular, caíram de 30% para 24%, já aprovação se manteve estável em 24%, mostra a Folha de S.Paulo (https://bit.ly/3hPmp0V). Ontem, o presidente afirmou que "As eleições no ano que vem serão limpas. Ou fazemos eleições limpas no Brasil ou não temos eleições”. A declaração foi direcionada a apoiadores quando Bolsonaro defendia a aprovação do voto impresso no país. Ele voltou a dizer que sem a mudança, o país poderia “enfrentar problemas”, relata o Correio Braziliense (https://bit.ly/3hrEwLx).