
O Brasil registrou 1.824 novas mortes por covid-19 em 24 horas, batendo recorde de óbitos para um domingo. Segundo o Estadão (https://bit.ly/3dSNC0S), a maior marca até então tinha sido alcançada há duas semanas, quando o país acumulou 1.605 óbitos em um único domingo. A média móvel diária de vítimas da doença em sete dias chegou a 3.109, a segunda maior até o momento. O país já tem 353.293 mortos e mais de 13 milhões de casos confirmados do novo coronavírus, atrás somente dos Estados Unidos em número de infectados. Um estudo do Instituto Butantan revelou que a CoronaVac tem maior eficácia se ampliado o intervalo entre as doses. O resultado apontou que se aplicado com 14 dias de diferença, o imunizante apresenta proteção de 50,3%, número que sobe para 62,3% com uma distância de mais de 21 dias. A análise também aponta que a vacina pode reduzir pela metade, 50,7%, possíveis casos de infecção entre pessoas imunizadas, informou o G1 (https://glo.bo/3uMxTav). Em casos moderados, que precisam de acompanhamento médico, a proteção é de 83,7%, cita a Folha de S.Paulo (https://bit.ly/3a05tSs). O artigo foi publicado na revista científica Lancet e ainda depende da revisão de outros cientistas. Ainda falando de vacina, o ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, admitiu em entrevista para a Folha de S.Paulo (https://bit.ly/3a2Mk2c) que a oferta de doses deve passar por dificuldades até o segundo semestre deste ano por carência mundial de vacinas. Apesar disso, ele afirmou que pretende acelerar a imunização no Brasil.Em março, Queiroga reduziu a previsão de chegada de doses de 47 milhões para 25 milhões até o fim de abril, lembrou o Poder360 (https://bit.ly/2PSztsk).