
Doze meses depois do registro do primeiro caso da covid-19, o Brasil superou a marca de 250 mil mortos pela doença. Isso equivale às populações da cidade de Marília (SP) ou de Novo Hamburgo (RS). Segundo o Estadão (https://bit.ly/2NVCHdm), o país vive a pior fase da pandemia, com pico de internações e ritmo lento de vacinação. Em mortes diárias, a situação também é trágica, agravada pela disseminação das variantes do coronavírus —mais transmissíveis— já encontradas em 17 estados, aponta a Folha (https://bit.ly/3aNjOCq). O G1 (https://glo.bo/2ZKAAMe) destaca que o registro do primeiro óbito ocorreu em 12 de março, e passaram 100 dias para que o número chegasse a 50 mil. Já entre a cifra de 200 mil e a de 250 mil, transcorreram-se apenas 48 dias. O país pode atingir 300 mil mortes ainda no mês de março. O Globo (https://glo.bo/3qTbcQl) aponta que a média móvel de óbitos está acima de mil há 34 dias.