
O Brasil voltou a superar a marca de mil mortes por covid-19 em 24 horas. Os dados do consórcio de veículos de imprensa mostram que o país atingiu 1.186 óbitos, ontem, segundo pior resultado desde dois de setembro. Já são 197.777 vidas perdidas durante a pandemia. A média móvel de mortes se manteve estável, mas a de infectados cresceu 30%, na comparação com duas semanas atrás, mostra o G1 (https://glo.bo/2MBWYEe). Nesse cenário, os governadores estaduais pressionam pela definição das datas da Campanha Nacional de Vacinação, mostra a Folha (https://bit.ly/2Xe1dI1). Os gestores pretendem se reunir com representantes da Anvisa, membros do STF e com o presidente da Câmara na próxima segunda-feira para tratar do tema. Ontem, o governo confirmou a compra de dois milhões de doses da vacina Oxford/AstraZeneca pela Fiocruz. O fármaco é produzido na Índia e havia circulado a informação de que o país impediria a exportação, o que foi negado. A Fiocruz pagará quase R$60 milhões pelo produto, que deve começar a chegar no Brasil este mês, informa o UOL (https://bit.ly/3hLP3zv). E no primeiro dia de trabalho do ano, o presidente Jair Bolsonaro (Sem partido) afirmou que não “consegue fazer nada” pois o país está “quebrado”. Ele disse que a situação o impediu, por exemplo, de reformar a tabela do Imposto de Renda, relata o Estadão (https://bit.ly/3rQZ5UG). O ministro da Economia declarou que o presidente se refere ao setor público e que concorda com a avaliação. Paulo Guedes vem afirmando que a economia brasileira apresenta recuperação acentuada. Falando sobre a alta taxa de desemprego, em 14,3%, Bolsonaro ainda disse que “ser patrão é uma desgraça” no Brasil e que parte considerável da população não está preparada para fazer “quase nada”, relata o UOL (https://bit.ly/2XgnRjc).